Obras em imóveis financiados: o que pode e o que não pode?

Um grande número de brasileiros recorre ao financiamento imobiliário para realizar o sonho de ter uma moradia própria. Jovens com planos de construir família, por exemplo, procuram por um bom imóvel mas, muitas vezes, não têm o capital necessário. Quem recorre a esse tipo de pagamento precisa saber das regras sobre obras em imóveis financiados, e é sobre isso que vamos explicar neste post.Saber sobre o assunto é importante para não ter a alegria transformada em prejuízo ou até mesmo na perda da moradia. A seguir, vamos mostrar o que é ou não permitido por lei quando o assunto é realizar melhorias em um imóvel que ainda está sendo pago. Acompanhe os próximos tópicos!Porque a legislação proíbe alguns tipos de obras em imóveis financiados?Apesar da grande euforia em deixar a casa com a nossa “cara”, é preciso conhecer os requisitos legais antes de iniciar qualquer modificação interna ou externa. A principal razão para o impedimento de tipos específicos de obras em um imóvel financiado é o chamado contrato de alienação fiduciária.Esse instrumento foi oficializado pela lei federal 9.514/97, que determina a posse do imóvel ao proprietário enquanto o comprador estiver quitando as prestações que compõem o valor do bem. Quando a dívida é paga, o contrato obriga o dono a entregar a moradia ao novo proprietário por meio de um documento de transferência lavrado em cartório.Nesse cenário, o imóvel financiado permanece na posse da instituição bancária até que o devedor pague a última parcela referente ao preço do bem. Por esse motivo, o futuro proprietário não pode realizar certas obras em uma moradia que, por enquanto, ainda não é efetivamente dele.Quais benfeitorias são permitidas e proibidas?É claro que existem melhorias permitidas em um imóvel financiado. Afinal, durante um período de dez ou quinze anos (média de duração dos financiamentos), a moradia se desgasta e pode apresentar alguns defeitos vindos do uso da estrutura.Antes de começar qualquer tipo de reforma, é importante contatar a instituição detentora do financiamento para confirmar sobre o que pode, ou não, ser feito no imóvel. A seguir, mostraremos o que, geralmente, é permitido e proibido nos contratos de financiamento.Intervenções permitidasSão autorizadas obras de manutenção que visam contribuir para o bom uso do imóvel. Por exemplo:troca ou reparos na estrutura do telhado;pintura das paredes;impermeabilização do teto;modernização ou correção das instalações elétricas, hidráulicas e do gás;instalação de armários;substituição de pisos, revestimentos, pias e vasos sanitários.Intervenções proibidasÉ preciso lembrar que as obras proibidas podem ser permitidas mediante um pedido de autorização feito à instituição bancária detentora do imóvel. Dentre esse tipo de intervenção, podemos citar:demolição de paredes;construção de novos ambientes;retirada de pilares de sustentação;substituição de esquadrias (sem estarem danificadas pelo uso);alteração da fachada externa.Com os exemplos citados, fica claro que não é autorizada qualquer modificação que altere a planta original ou a área total edificada do imóvel.O que precisa ser analisado antes de solicitar a autorização?Algo que precisa ser levado em consideração antes de iniciar o processo para o pedido da autorização é o motivo da obra.Em alguns casos, o futuro proprietário não tem a intenção de vender a propriedade. Já outros têm em mente valorizar o imóvel para repassá-lo por um valor mais alto do que o da compra.Para o primeiro grupo, as obras estruturais servirão para atender aos desejos da família, como o conforto ou detalhes estéticos. Por outro lado, o segundo grupo precisa pensar mais adiante, ou seja, se as alterações no imóvel atenderão as necessidades dos futuros moradores.Em algumas situações, uma alteração no design não se alinha com o perfil predominante das pessoas que buscam por uma moradia na região em que o imóvel financiado está endereçado. Se não houver essa compatibilidade, o bem será desvalorizado.Como exemplo, imagine que um futuro proprietário consiga autorização para transformar a metragem ocupada por um dos quartos em uma área de convivência com um espaço gourmet.Esse é um excelente projeto, mas o padrão das famílias que moram na região exige esse tipo de ambiente? Ou o perfil delas engloba pessoas que necessitam de mais quartos por causa dos filhos que estão em idade escolar?Com um pouco de pesquisa, é possível entender o “apelo” imobiliário da região e, assim, realizar obras que vão agregar mais valor ao imóvel.Como conseguir autorização para realizar uma obra não permitida?Mesmo quando a obra estrutural é liberada pela instituição bancária, ainda são necessárias outras autorizações:a do síndico, mediante as regras da convenção condominial, caso se aplique;e a da prefeitura do município no qual o imóvel está localizado.Antes de entrar em contato com a instituição que concedeu o financiamento (a prefeitura ou o síndico do condomínio), é necessário observar as regras impostas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).Esse órgão regulamente os procedimentos que devem ser seguidos antes, durante e após qualquer tipo de benfeitoria, não importa o tipo do imóvel (residencial ou comercial). Uma das exigências da ABNT é apresentada na Norma Brasileira (NBR) 16.280 que dita a necessidade de um dos seguintes documentos:Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) assinada por engenheiros registrados pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA);Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) emitido por arquitetos que integrem o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).Junto a essa documentação, a NBR 16.280 pede que o interessado em realizar uma obra anexe um cronograma detalhado com:uma descrição do tipo de serviço a ser feito;o prazo estimado para o término das reformas;uma planta com as alterações a serem realizadas;os nomes e documentos de identificação dos prestadores de serviços que farão as benfeitorias.Embora possa ser um pouco trabalhoso, seguir esses procedimentos oficiais é a melhor maneira de não perder dinheiro e o imóvel.Como você viu, as obras em imóveis financiados exigem um processo bem estudado. Porém, mesmo que tenha de esperar um pouco e precise quitar o financiamento, o novo proprietário terá um imóvel próprio. Quando isso acontecer, será o momento de realizar novos projetos e sonhos.O que achou do artigo? Entendeu o que é permitido ou não nas obras em imóveis financiados?Fonte: https://blog.movingimoveis.com.br

SOFÁ, ele merece atenção especial!

Como grande protagonista da casa, a sala de estar merece muita atenção no momento da decor. É nela onde se recebe as visitas, como familiares e amigos, e é onde você deve causar a famosa primeira boa impressão, uma boa dica, é transmitir a sua personalidade neste espaço para deixá-lo aconchegante e com a sua cara.O sofá é com certeza o principal item de uma sala de estar, porém, decidir qual modelo de sofá para sala comprar  é sempre um dilema, visto a variedade de tamanhos, cores e modelos que existem. É por isso que os arquitetos e designers de interiores se preocupam tanto em fazer uma boa escolha, nessa hora. Afinal, o modelo certo tem que ser bonito e confortável para as pessoas que habitam o imóvel; e ainda atender a proposta estética feita para o espaço.O importante é saber identificar, dentre as opções que existem no mercado – principalmente aquelas que “cabem no bolso” -, o que melhor se adequa ao ambiente.Uma sala íntima até pode combinar com um sofá mais fofo e cheio de almofadas. Mas, uma sala social pede um estofado bastante espaçoso, capaz de abrigar todos os visitantes; menos denso; e com o mínimo de acessórios. Pode ser que, dependendo do caso, o melhor seja adquirir uma peça de cores neutras, linhas retas e pés finos. Ou, quem sabe, uma peça de tons vibrantes, bordas sinuosas e sem pés visíveis.Antes de sair para comprar, é importante a pessoa medir o espaço livre disponível que se tem na sala e que pode ser reservado para o sofá.Com todas as opções que que o mercado apresenta, uma delas servira de inspiração para fazer a sua escolha.

Código QR Code

Em uma era de transformação digital, um importante passo é adotar tecnologia de ponta para melhor atender você cliente com agilidade e eficiência.Provavelmente você já deve ter ouvido falar do QR Code. Código QR (sigla do inglês Quick Response) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera.Pequenos códigos que armazenam informações sobre o imóvel que você deseja lidos por dispositivos. Aponte sua câmera para o código QR Code e aproveite mais essa inovação digital.

Dica, 6 dicas para ensinar crianças a gastar, poupar e investir!

Muitos pais não gostam de falar de dinheiro com os filhos, achando que isso poderia torna-los pessoas avarentas ou materialistas demais. Mas, com isso, acabam deixando de mostrar a importância de se ter uma reserva para emergências e para a velhice ou de controlar os gastos e seus próprios impulsos. Por isso, especialistas recomendam que os pais comecem cedo a mostrar aos filhos a importância de saber como lidar com o dinheiro, mesmo que ele não seja a coisa mais importante da vida.Algumas dicas para as famílias conversarem sobre orçamento e dinheiro.  1) Um bem escassoUma boa estratégia para orientar os filhos pequenos, quando o assunto é lidar com dinheiro e aprender a poupar, é ensinar desde cedo que se trata de um item escasso, e que escolhas precisam ser feitas com cuidado, pois cada uma delas, uma vez feitas, terá consequências e ramificações. Nesse sentido, não basta dar dinheiro eventual ou mesada à criança, sendo necessário guiá-la sobre suas opções.2) Aprendendo a importância do autocontrole e das escolhasO exemplo simples, de um casal que esteja em passeio num shopping center com o filho e, nesse momento, decida liberar para ele a “semanada”.“Ao ver a loja de doces, a primeira reação da criança geralmente é a de gastar tudo com as guloseimas. Portanto, antes de ele fazer essa escolha, é importante mostrar que tem opções”. No caso, uma alternativa seria, no lugar de gastar de uma vez tudo o que ganhou, reservar uma parte para, mais adiante, poder comprar um brinquedo ou outra coisa mais cara em que ela tenha demonstrado interesse.“É importante que os pais esclareçam, desde cedo, que existem opções, e que o dinheiro guardado no futuro pode ajudá-lo a alcançar objetivos ou sonhos de consumo mais caros”. “Com isso, ajudamos a desenvolver o autocontrole e demonstramos que há recompensa para quem se planeja.”3) Orientação precisa ser simples e pode começar desde cedoA partir de três ou quatro anos de idade já se pode começar a orientar nesse sentido. E, segundo ela, “principalmente através de nossos exemplos”  explicar que se está economizando para outras coisas. “O cuidado a ser tomado é que as explicações precisam ser simples, conforme o entendimento da criança”, diz, lembrando que considerações muito elaboradas nesse momento dificilmente serão absorvidas.4) Exemplo e prática familiar são fundamentaisOutro item importante, “é vivermos o que ensinamos”. Ou seja, para melhor ensinar aos filhos o equilíbrio financeiro, também será preciso praticá-lo nas finanças familiares.A linguagem do exemplo e da prática é fator decisivo para que a orientação seja bem sucedida. “Ela é a mais poderosa que temos para influenciar nossos filhos; por meio de nossas decisões e hábitos financeiros é que podemos ensinar muito a eles”, orienta.5) Aprendendo a investir: poupança pode ser primeiro passoAntes de investir com foco na criança ou orientá-la sobre o tema,  primeiramente os pais ou responsáveis precisarão saber qual é o objetivo, o sonho que se pretende alcançar com essas economias.“Se é a criança que será a investidora, sob a tutela dos pais, começar com um produto simples, como poupança, pode ser uma opção”, destaca, lembrando que a caderneta de poupança ensina que existe uma remuneração ao longo do tempo, ou seja, uma recompensa por se estar guardando para o seu objetivo. O intuito, nesse caso, seria mais educacional, para ensinar bons hábitos financeiros (economizar periodicamente) do que de rentabilização.6) Foco se amplia com noções de diversificação, rentabilidade e riscoSe o principal objetivo é o de educar, ao passo que a criança cresce, pode-se ir apresentando outros tipos de investimentos, conforme o entendimento dela for se ampliando. Eles podem ser feitos com pequenas quantias, em produtos como Tesouro Direto, Ações, ETFs, Previdência, etc. “O foco, neste momento, seria mostrar que diferentes produtos podem ter diferentes rentabilidades, mas também riscos a serem considerados.” Dica CasaCentro Imóveis.

DESVANTAGENS DE VENDER SEU IMÓVEL POR CONTA PRÓPRIA

Desvantagens de vender seu imóvel por conta própria Vamos tratar de um assunto muito polêmico, você proprietário do imóvel deve ou não colocar a sua placa no imóvel com seu telefone?Frequentemente a mídia expõe casos de imóveis que viraram alvos de criminosos que se passaram por clientes, esses casos foram impulsionados pelo seu contato exposto na fachada do seu apartamento, na fachado do seu imóvel.Nós não indicamos nem a colocação de placas imobiliárias em imóveis que estejam habitados prevalecendo assim a segurança da sua família.Outro fator é que uma assessoria imobiliária possibilita detectar pendências judiciais que poderiam comprometer seu imóvel.A pesquisa cadastral do vendedor pra quem pretende fazer financiamento bancário para comprar é muito necessária.E em casos de má fé frequentemente nos deparamos com vendas não realizadas e que chegam a ter que acionar juridicamente, ou seja o famoso “ GOLPE “ .Outro fator importante é o cliente que vê a sua placa e vai diretamente falar com você, ele não tem o conhecimento dos valores praticados na região, não conhece a área do seu imóvel, as características do mesmo. Ele pode adentrar o seu imóvel apenas por curiosidade. Na sua intimidade.Nos quando levamos o cliente no seu imóvel, ele já vai ter conhecimento da disposição, posição solar, da área útil e área total, do valor, das possibilidades de financiamento, isso proporciona a agilidade da venda. E vamos ressaltar, placas é só mais uma ferramenta de divulgação, você assessorado por uma imobiliária todos os outros meios de divulgação são utilizados. Assim aumenta as probabilidades de negociações.

INVISTA NO TIJOLO APARENTE - DECORAÇÃO RÚSTICA, URBANA OU CONTEMPORÂNEA

Não é de hoje que os tijolos à vista são utilizados para realçar a decoração dos ambientes. A referência destes em projetos de áreas externas e na composição de lofts sempre esteve em alta, porém, devido ao toque de personalidade e versatilidade que proporcionam, vêm trazendo cada vez mais charme no décor das casas.Rústica, urbana ou contemporânea, a parede de tijolinhos muda qualquer ambiente sem dar a dor de cabeça de uma reforma. Além disso, são várias as propostas do design da parede: desde com as cores naturais do bloco cerâmico ou até mesmo pintadas de diferentes cores, sendo facilmente incorporada a qualquer estilo de decoração. Além de atribuir personalidade e originalidade ao ambiente, o tijolo aparente tem como principais vantagens a durabilidade, o conforto térmico e o acústico. Ademais, a atemporalidade, por nunca sair das tendências, e o baixo custo de investimento são fatores diferenciais do material.

Qual é a diferença entre a Tabela Price e a SAC?

Ao optar por um financiamento imobiliário, o comprador do imóvel pode escolher entre a amortização pela Tabela Price ou pela Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante). São essas duas formas que definem como a dívida da propriedade será paga ao banco.Como vimos, na Tabela Price as parcelas são iguais do início ao fim da amortização. Em contrapartida, na tabela SAC, o valor da amortização do empréstimo é o mesmo: há uma alteração somente no valor dos juros — que vai diminuindo ao longo do tempo.Dessa forma, a tabela SAC permite uma redução no preço das parcelas durante o tempo do financiamento. É feita uma amortização constante, como o próprio nome já diz, porém com um valor de prestação decrescente.As duas opções é a diminuição dos juros durante o período do contrato, uma vez que a dívida do patrimônio também cai ao longo do tempo. Resumindo, pelo método da tabela SAC, a parcela tende a ser reduzida por conta da queda dos juros. Já na Tabela Price, as prestações são constantes mesmo com a igual redução da taxa.Por fim, é importante levar em consideração todo o seu planejamento financeiro antes de solicitar um financiamento de imóvel. Para não ter problemas ou se encher de dívidas, você deve ter consciência das suas finanças e da renda mensal, independentemente do sistema de amortização escolhido. Gostou de saber um pouco mais sobre o funcionamento da Tabela Price e da Tabela Sac? e como é feito o cálculo do financiamento por esse método? Então, compartilhe nosso conteúdo nas redes sociais e faça com que mais pessoas tenham conhecimento sobre o assunto!

Esclareça suas dúvidas, sobre Averbação de Imóveis!

Proteja e valorize o seu imóvel! Você sabia que sempre que você comprar, alugar ou realizar modificações na propriedade é preciso fazer uma averbação de imóvel? Muitas pessoas não entendem esse conceito. Por isso, vamos tirar suas principais dúvidas sobre esse assunto. Com esse conteúdo, você vai entender o que é a averbação de imóveis, qual a sua finalidade e como ela funciona. Além disso, vamos explicar onde ela deve ser feita e qual a documentação necessária. Como existem muitas dúvidas conceituais, falaremos ainda sobre a diferença entre o registro e a averbação. Por fim, vamos listar três dos principais motivos para realizar a averbação. Continue lendo e aprenda tudo sobre isso!  O que é averbação de imóvel? É o procedimento, feito em cartório, para anotar no registro do imóvel todas as modificações que foram feitas nele. O objetivo da averbação é deixar registrado o histórico de alterações que a propriedade sofreu. Dessa maneira, essa ficha se torna pública e oficializada. Sendo assim, modificações, como construções, reformas, desmembramentos, retificação de áreas, hipotecas, alienação fiduciária, fusões, penhoras, entre outras, devem ser averbadas. Da mesma forma, a transferência de proprietários também precisa constar no registro do bem. Logo, se houver casamento ou divórcio, venda ou aluguel de um empreendimento, é necessário iniciar esse processo. Também são anotadas ônus reais, dívidas ou encargos, em caso de atraso de pagamento de parcelas ou inadimplência no financiamento de um bem. Se uma modificação for feita no imóvel e não for averbada, ela não terá validade jurídica. Por exemplo, se um imóvel for adquirido e, alguns anos depois, o proprietário construir e não fizer a averbação, ele terá dificuldades para vender esse bem. Precisará passar por todo o processo, registrar as alterações de maneira completa e, só então, realizar a transferência \ transmissão. A partir do momento da transmissão, o imóvel, os direitos reais que incidem, assim como o nome do proprietário serão de conhecimento de todos, permitindo que qualquer pessoa possa requerer uma certidão imobiliária. Objetiva a proteção de possíveis direitos de terceiros, dando segurança de que os dados constantes dos registros públicos refletem a realidade atual quanto ás pessoas e ao referido bem. Quero averbar!Como averbar um imóvel? Esse procedimento precisa ser feito por um tabelião no Cartório de Registro de Imóveis. Caso o município tenha mais de um cartório, a averbação deve acontecer naquele onde o bem foi registrado. Será solicitada uma série de documentos, que podem variar de acordo com o tipo de modificação, bem como o custo desse procedimento. Por exemplo, se o proprietário se casou, precisará apresentar a certidão de casamento. Por outro lado, se tiver construído uma nova edificação, será necessário apresentar o projeto arquitetônico aprovado pela prefeitura. Entretanto, podemos citar alguns documentos que geralmente são solicitados em construções e reformas. Um deles é o requerimento do interessado, que deve ser entregue no Cartório de Registro de Imóveis, com firma reconhecida. Deve-se apresentar também o Habite-se e a Certidão de Conclusão de Obra, documentos expedidos pela prefeitura da cidade, certificando que a construção foi concluída, informando sua área e autorizando o seu uso ou moradia. Fora isso, em casos de construções ou ampliações acima de 70m2, é preciso que o INSS emita a Certidão Negativa de Débitos (CND). Assim torna-o inconfundível com qualquer outra unidade. Para isto exige-se a plena e perfeita identificação do imóvel nos documentos apresentados para que seja suficientemente exaustiva e que se possa distingui-los dos demais. Qual a diferença entre registro e averbação? O registro de imóveis é a ação de anotar na matrícula do imóvel a transferência de propriedade. Para isso, é preciso apresentar a escritura, ou seja, o documento que oficializa a compra e a venda do bem. Já a averbação é o procedimento de anotar na matrícula, existente no Cartório de Registro de Imóveis, qualquer alteração ocorrida no imóvel ou na condição dos titulares dele. Por exemplo, quando um terreno é parcelado, cada lote criado recebe uma matrícula, isto é, um número e uma ficha cadastral. Ela serve para reconhecer o imóvel juridicamente. No ato da venda do bem, é preciso fazer o registro, informando quem é o novo proprietário. Por fim, se uma reforma é realizada, ela deve ser averbada. O registro só será viável quando constar informações que coincidam perfeitamente com aquelas constantes da respectiva matrícula sobre as pessoas e o bem mencionados. Busca-se a continuidade ininterrupta das titularidades jurídicas de uma unidade. Portanto não poderá alienar ou gravar de ônus aquele que não figurar como proprietário do imóvel no registro. Um exemplo prático, se acontecer de uma pessoa comprar o imóvel que pertencia a uma outra e logo em sequência o vende para o terceiro. Ao configurar esta hipótese e as partes envolvidas optarem por diversos fatores como redução das despesas cartorárias, taxas imobiliárias e impostos por efetuar o registro apenas da última operação, sem qualquer participação do verdadeiro proprietário do imóvel, ou seja aquele que consta no registro como dono da unidade pelo princípio da continuidade, nenhum registro pode ser realizado sem o devido registro do título anterior, portanto todas as transferências precisam ser registradas.  Comprador e vendedor O registro é de interesse de todos os envolvidos, comprador e vendedor. Para o vendedor, retira sua responsabilidade de todos os débitos e impostos que decorrerem da manutenção do imóvel. Para o comprador, o documento é o único responsável por resguardar seus direitos de posse e propriedade. Seu bem,  sua família!Toda vez que acontecer alguma alteração que afete de alguma forma a propriedade, é preciso voltar ao cartório para que o registro seja atualizado. Se você fazer a averbação de forma correta, seu imóvel terá um histórico onde você pode encontrar todas as mudanças já realizada, assim é possível constatar quem é o atual proprietário, se o imóvel está sendo financiado, as verdadeiras condições do imóvel, entre outras. Registro de Imóveis: segurança jurídica e proteção da propriedade em seu benefício.

IMPOSTO DE RENDA, posso declarar valor do imóvel atualizado?

Saiba quais são os gastos que podem ser incorporados na declaração.Na declaração do Imposto de Renda não é permitida atualizar o preço do imóvel pelo valor de mercado. Deve ser mantido o valor original e que foi pago no ano vigente.De forma equivocada, algumas pessoas declaram o valor do imóvel atualizado afim de uma redução na contribuição do lucro imobiliário em uma futura venda."Como a Receita Federal do Brasil não permite que o custo de aquisição dos imóveis seja ajustado a valor de mercado na declaração, uma boa estratégia para aumentar o valor de aquisição do imóvel é acrescentar ao seu custo os gastos oriundos de benfeitorias e reformas".No que se refere à compra do imóvel é permitido acrescentar a este valor os possíveis gastos como corretagens, despesas com a escritura, custas, taxas de impostos e tributos relativos à transferência do bem.Despesas com a construção, reformas e benfeitorias também podem ser incorporados na declaração do Imposto de Renda, mas é preciso ter as devidas notas e comprovantes."Podem ser incorporados gastos com reforma, construção, ampliação e pequenas obras, como pintura, encanamento e reparos em pisos e paredes. Todas as despesas devem ser passíveis de comprovação, por meio de recibos e notas fiscais com os devidos CPFs e CNPJs dos vendedores ou prestadores de serviço. As benfeitorias incluem tanto despesas com materiais de construção como gastos com mão de obra"Caso não seja realizada nenhuma reforma e o contribuinte colocar o valor do imóvel atualizado de mercado este poderá cair na malha fina e terá que se explicar para a Receita Federal. Fonte: Alexandre Prado

Ajudamos você com seu Financiamento Habitacional

O Primeiro passo quando se pensa em Financiar um Imóvel é a SIMULAÇÃO!Uma Simulação correta lhe ajudará muito no seu processo de Escolha do Imóvel.Buscar um profissional Capacitado é a sua Melhor opção. Aos Corretores autônomos,Ajudamos você com os financiamentos de seus Clientes.AGILIDADE, COMPETÊNCIA, EXPERIÊNCIA.Quer um imóvel Novo?Procura um imóvel usado?Vai comprar um imóvel retomado?Já tem imóvel no seu nome e quer fazer outro financiamento?Fale conosco!Page: https://www.facebook.com/ccacasacentro/CasaCentro Imóveis tem Correspondente Caixa Aqui!  

ESPAÇOS GOURMET SÃO IDEAIS PARA RECEBER AMIGOS

Reunir amigos ou familiares em um ambiente bem agradável e equipado é tão importante quanto o próprio cardápio. Por isso, os espaços gourmet estão cada vez mais populares."A área de preparação dos alimentos nesses locais é maior e mais prática do que em um cômodo normal".  Diferentemente de uma cozinha comum, por exemplo, o espaço gourmet não é considerado um local de serviço e, sim, de lazer.Como os cômodos dos apartamentos são menores, a utilização de espaços gourmet é uma boa. Além disto, um mobiliário feito sob medida, segundo o especialista, pode render um bom aproveitamento do tamanho do local. As instalações normalmente contam com fogão, bancadas, cadeiras, churrasqueira e frigobar. Aproveite e reúna os amigos!"

Terceira idade migra para apartamentos mais compactos

Imóvel prático, compacto, bem localizado, acessível e com lazer. Esta é a moradia dos sonhos de boa parte das pessoas na terceira idade nos tempos atuais. De acordo com especialistas, a tendência é migrar dos apartamentos de três e quatro quartos para os democráticos dois quartos.Os idosos, depois de criar os filhos, a procura é por mais praticidade. “Os idosos buscam unidades mais práticas há um bom tempo. Assim, é possível dispensar uma empregada doméstica e a sensação de ninho vazio é reduzida”.Segundo especialistas as unidades com áreas de lazer com espaços adequados para idosos saem na frente. “Há edifícios com espaços para banho de sol e área de lazer acessível. Além disso, este público tem filhos e netos para receber em seu lar, o que faz necessário um espaço extra e opções que agradem a todos” os apartamentos de dois quartos como os mais adequados. “A principal vantagem desses empreendimentos é a funcionalidade. Para idosos, então, é ainda melhor. O segundo quarto pode virar um escritório, quarto de visitas e até mesmo um quarto para os netos e os filhos. Prédios com lojas no térreo fazem com que o morador não precise ir muito longe para ter acesso a vários serviços”.